Banda da Covilhã homenageia António Monteiro no Dia Mundial da Música
A Banda da Covilhã assinala, no próximo dia 1 de outubro, o Dia Mundial da Música com uma cerimónia dedicada a António Monteiro, distinguido pelo seu percurso de mais de 60 anos ligado ao associativismo e à atividade cultural da Covilhã.
A sessão está marcada para as 18h30, no Auditório Júlio Cardona, e contará com a presença de Rogério Almeida, vice-presidente da direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, que entregará ao homenageado a Medalha e o Diploma do Galardão “Reconhecimento e Homenagem”.
A distinção foi atribuída pela Confederação no passado dia 27 de abril. António Monteiro não esteve presente nessa ocasião por motivos de saúde, pelo que a entrega pública será agora realizada na Covilhã.
A receção ao homenageado terá ainda um momento musical preparado pela Banda da Covilhã. À sua chegada, os músicos interpretarão “Marchar, Marchar”, composição criada em 2019 pelo Maestro Carlos Almeida como homenagem a António Monteiro.
A cerimónia é aberta ao público e pretende assinalar o contributo de António Monteiro para o movimento associativo e para a vida cultural da cidade ao longo de várias décadas.
A sessão está marcada para as 18h30, no Auditório Júlio Cardona, e contará com a presença de Rogério Almeida, vice-presidente da direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, que entregará ao homenageado a Medalha e o Diploma do Galardão “Reconhecimento e Homenagem”.
A distinção foi atribuída pela Confederação no passado dia 27 de abril. António Monteiro não esteve presente nessa ocasião por motivos de saúde, pelo que a entrega pública será agora realizada na Covilhã.
A receção ao homenageado terá ainda um momento musical preparado pela Banda da Covilhã. À sua chegada, os músicos interpretarão “Marchar, Marchar”, composição criada em 2019 pelo Maestro Carlos Almeida como homenagem a António Monteiro.
A cerimónia é aberta ao público e pretende assinalar o contributo de António Monteiro para o movimento associativo e para a vida cultural da cidade ao longo de várias décadas.