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“Quem matou Edgar Allan Poe?” – um mistério para desvendar a 3 de outubro na Biblioteca Municipal da Sertã

“Quem matou Edgar Allan Poe?” – um mistério para desvendar a 3 de outubro na Biblioteca Municipal da Sertã
Cinco dias desapareceram da vida de Edgar Allan Poe e o que aconteceu nesse intervalo permanece envolto em mistério. É a partir deste enigma que a Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, na Sertã, recebe a 3 de outubro (sábado), pelas 15 horas, a leitura dramatizada da peça “Quem matou Edgar Allan Poe?”. Esta produção, que cruza investigação histórica, thriller psicológico e ambientes imersivos, convida o público a percorrer um labirinto inquietante e a conhecer a mente de um dos escritores mais misteriosos de sempre.

A narrativa parte das circunstâncias misteriosas que envolveram a morte de Edgar Allan Poe, encontrado em Baltimore, em 1849, desorientado e vestido com roupas que não eram suas. Sem conseguir explicar os cinco dias anteriores, o escritor morreria horas depois, deixando um mistério que até aos dias de hoje permanece por resolver.

Anos mais tarde, uma detetive decide reabrir o caso. A investigação conduz ao universo literário de Poe, onde testemunhos contraditórios, fragmentos de memória e personagens dos seus contos desafiam as fronteiras entre realidade e ficção. À medida que a investigação avança, uma questão ganha força: quem matou Edgar Allan Poe?
Com direcção artística e encenação de Carla Maciel, a peça conta com a interpretação de Gonçalo Waddington, Marta Félix, Miguel Amorim e Sara Machado. O espetáculo resulta de uma coprodução do Município da Sertã, Cineteatro Louletano e São Luiz Teatro Municipal.

A sessão é dirigida ao público em geral. A entrada é livre, sem necessidade de inscrição atempada.

Reconhecido pelas suas narrativas de mistério, terror e suspense psicológico, Edgar Allan Poe (1809–1849) é uma das figuras marcantes da literatura mundial. A sua obra e as circunstâncias da sua morte continuam a alimentar o interesse por uma vida e um legado envoltos em mistério.
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