Município de Idanha-a-Nova mantém oposição ao projeto solar Sophia
O Município de Idanha-a-Nova reafirmou a sua oposição ao projeto fotovoltaico Sophia, após a reformulação apresentada pela promotora Lightsource bp. A autarquia recorda que emitiu, a 14 de novembro de 2025, um parecer formalmente desfavorável à instalação da central no concelho.
A Câmara considera que as alterações introduzidas não alteram a sua posição e sublinha que nenhuma compensação financeira será suficiente para contrariar a vontade manifestada pela população. A autarquia afirma que a posição assumida resultou de um processo de auscultação dos habitantes e dos restantes intervenientes.
A Lightsource bp realizou uma sessão pública de esclarecimento no Centro Cultural Raiano. O Município esclareceu que apenas autorizou a utilização do espaço, garantindo como condição a participação livre de toda a comunidade interessada. Apesar da oposição ao projeto, os serviços municipais estiveram presentes para conhecer a nova proposta.
A autarquia defende uma transição energética assente no respeito pelas comunidades e aponta como alternativas o aproveitamento de áreas artificializadas ou degradadas, o autoconsumo e comunidades energéticas de pequena escala.
Sobre o abandono do Projeto Beira, o Município considera que a decisão não altera a sua posição relativamente ao Sophia. A Câmara defende ainda que Idanha-a-Nova deve preservar o seu território e identidade, mantendo a oposição a grandes projetos desta natureza.
O Município recorda que o projeto Sophia foi entretanto reduzido em 34% na capacidade instalada, passando para cerca de 573 MWp, após alterações decorrentes do processo de avaliação ambiental e da auscultação realizada no território.
A Câmara considera que as alterações introduzidas não alteram a sua posição e sublinha que nenhuma compensação financeira será suficiente para contrariar a vontade manifestada pela população. A autarquia afirma que a posição assumida resultou de um processo de auscultação dos habitantes e dos restantes intervenientes.
A Lightsource bp realizou uma sessão pública de esclarecimento no Centro Cultural Raiano. O Município esclareceu que apenas autorizou a utilização do espaço, garantindo como condição a participação livre de toda a comunidade interessada. Apesar da oposição ao projeto, os serviços municipais estiveram presentes para conhecer a nova proposta.
A autarquia defende uma transição energética assente no respeito pelas comunidades e aponta como alternativas o aproveitamento de áreas artificializadas ou degradadas, o autoconsumo e comunidades energéticas de pequena escala.
Sobre o abandono do Projeto Beira, o Município considera que a decisão não altera a sua posição relativamente ao Sophia. A Câmara defende ainda que Idanha-a-Nova deve preservar o seu território e identidade, mantendo a oposição a grandes projetos desta natureza.
O Município recorda que o projeto Sophia foi entretanto reduzido em 34% na capacidade instalada, passando para cerca de 573 MWp, após alterações decorrentes do processo de avaliação ambiental e da auscultação realizada no território.