Idanha: Obras de resturo ecológico avançam no Rio Erges
Já começaram as obras de restauro ecológico e recuperação da conectividade fluvial do rio Erges, junto à ponte romana de Segura, no âmbito do projeto LIFE Alnus Taejo. A intervenção decorrerá durante todo o período estival e pretende melhorar o estado de conservação dos ecossistemas fluviais e da biodiversidade da bacia do Tejo.
Os trabalhos passam pela remoção de elementos desativados de dois antigos açudes obsoletos, que atualmente interrompem o fluxo natural da água e constituem barreiras à circulação da fauna aquática. A sua eliminação permitirá restabelecer o escoamento natural, a circulação de sedimentos e a mobilidade das espécies, beneficiando cerca de 70 quilómetros do rio Erges e reforçando a ligação aos seus afluentes e ao rio Tejo.
A importância ambiental da intervenção foi reforçada pela identificação, durante trabalhos de monitorização, de exemplares de verdemã-do-Alagón (Cobitis vettonica), uma espécie endémica e ameaçada de extinção, particularmente sensível à fragmentação dos cursos de água.
O projeto resulta de uma parceria transfronteiriça entre Portugal e Espanha, envolvendo universidades, entidades ambientais e organismos públicos dos dois países, entre os quais o Município de Idanha-a-Nova, a APA, o ICNF, a Confederação Hidrográfica do Tejo e o Serviço de Pesca da Junta da Extremadura.
A intervenção procura conciliar a recuperação ambiental com a segurança hidráulica e a preservação do património local. Os antigos moinhos históricos associados aos açudes serão salvaguardados.
Após a conclusão dos trabalhos, será mantido um programa de monitorização para avaliar a evolução da qualidade da água, dos macroinvertebrados, dos macrófitos e das comunidades de peixes, permitindo comparar o estado do rio antes e depois da intervenção.
Os trabalhos passam pela remoção de elementos desativados de dois antigos açudes obsoletos, que atualmente interrompem o fluxo natural da água e constituem barreiras à circulação da fauna aquática. A sua eliminação permitirá restabelecer o escoamento natural, a circulação de sedimentos e a mobilidade das espécies, beneficiando cerca de 70 quilómetros do rio Erges e reforçando a ligação aos seus afluentes e ao rio Tejo.
A importância ambiental da intervenção foi reforçada pela identificação, durante trabalhos de monitorização, de exemplares de verdemã-do-Alagón (Cobitis vettonica), uma espécie endémica e ameaçada de extinção, particularmente sensível à fragmentação dos cursos de água.
O projeto resulta de uma parceria transfronteiriça entre Portugal e Espanha, envolvendo universidades, entidades ambientais e organismos públicos dos dois países, entre os quais o Município de Idanha-a-Nova, a APA, o ICNF, a Confederação Hidrográfica do Tejo e o Serviço de Pesca da Junta da Extremadura.
A intervenção procura conciliar a recuperação ambiental com a segurança hidráulica e a preservação do património local. Os antigos moinhos históricos associados aos açudes serão salvaguardados.
Após a conclusão dos trabalhos, será mantido um programa de monitorização para avaliar a evolução da qualidade da água, dos macroinvertebrados, dos macrófitos e das comunidades de peixes, permitindo comparar o estado do rio antes e depois da intervenção.