Castelo Branco celebrou, a 27 de março, o Dia Nacional dos Centros Históricos Portugueses com um conjunto de iniciativas centradas na valorização do património e na revitalização urbana, destacando-se a entrega do Prémio Nacional “Memória e Identidade”.
A distinção foi atribuída ao padre Joaquim Augusto Nunes Ganhão e ao professor Leonel Fadigas, pelos seus contributos na preservação do património cultural. Durante a sessão, o presidente da Câmara, Leopoldo Rodrigues, alertou para os desafios do Centro Histórico, nomeadamente a perda de მოსახლadores, defendendo uma nova estratégia de reabilitação e dinamização.
Entre os projetos previstos estão a criação do Centro de Interpretação Templário, a Escola de Chefs, um Museu Académico e a requalificação de vários edifícios emblemáticos.
O secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, destacou a importância destes espaços como pontos de encontro e identidade coletiva, enquanto Leonel Fadigas sublinhou que a revitalização dos centros históricos depende sobretudo da presença de pessoas e da dinâmica comunitária.
As comemorações terminaram com visitas a espaços patrimoniais da cidade.

